Paciente relata dor lombar há cerca de duas semanas, pior ao final do dia. Nega trauma. Refere melhora parcial com repouso.
Menciona uso contínuo de anti-hipertensivo.
Escrito pelo assistente a partir da consulta. Ainda não é documento.
Uma em cada cinco consultas marcadas não acontece — e a mensagem que marcaria a próxima chegou às 22h, quando não tinha ninguém no balcão. O assistente atende a qualquer hora, tria, marca na agenda de verdade, confirma e lembra. E escreve o registro da consulta, que continua saindo assinado por quem atendeu.
Não é escolha de estilo: a Resolução CFM 2.454/2026 proíbe delegar à inteligência artificial a comunicação de diagnóstico, prognóstico e decisão terapêutica. O produto foi construído dentro dessa linha.
Não entra como despesa, não tem nota, não vai para o relatório. Some do faturamento e pronto.
20–30%
em clínica sem processo ativo de confirmação. Uma rede municipal paulista registrou 21,4% em 2026.
15–30%
em clínicas e centros de diagnóstico brasileiros. Numa clínica que fatura R$ 60 mil, é uma dezena de milhares por mês.
87%
é o canal onde a consulta é marcada, confirmada e desmarcada — e é onde a maioria das mensagens chega fora do horário.
Fontes: Panorama das Clínicas e Hospitais (Doctoralia) · levantamentos de absenteísmo em clínicas e centros de diagnóstico. São números do setor, não nossos — e é de propósito: você confere sem precisar acreditar em nós.
A conta do que a cadeira vazia leva por mês, com os seus números, e com o que comparar o preço. Ver a conta
Dá para ter servidor, domínio e marca próprios. Custa mais, e tem uma consequência que dizemos antes. Ver as duas formas
Quem assina, o que a IA não pode fazer, onde ficam os dados, e o que acontece se não funcionar. Ver as doze
Boa noite, vocês atendem convênio? Precisava marcar essa semana.
22:14 · sem resposta até as 8h
Com qual doutor eu marco? É uma dor no joelho que não passa.
07:41 · a recepção não sabe triar
Consegui remarcar? Mandei ontem e ninguém respondeu.
09:03 · já marcou em outro lugar
Com o assistente, as três teriam sido respondidas no minuto em que chegaram — e duas já sairiam com horário marcado.
E sobra a terceira dor, que não aparece no celular de ninguém: o prontuário escrito de memória, no fim do dia, de seis pacientes.
A divisão não é sutil nem negociável, e é ela que organiza o produto inteiro. Do lado esquerdo, nada precisa de você. Do direito, nada acontece sem você.
O assistente atende o WhatsApp da clínica com o material da casa — convênios, endereço, horário, quem atende o quê — e, quando a conversa chega ao ponto de marcar, consulta a agenda real e oferece horários que existem.
A recepção deixa de repetir endereço e volta a cuidar de quem está na frente dela.
Não é uma recomendação escrita nas instruções dele. É o desenho: ele não tem as ferramentas para fazer nada disso, e a regra vale mesmo quando o paciente pede de forma direta.
Nem como hipótese, nem como “pode ser”. Ele acolhe o relato, registra e encaminha.
Inclusive os de venda livre. Sem dose, sem posologia, sem “um analgésico ajuda”.
Pode dizer que o exame será avaliado na consulta. Laudo é ato do profissional.
Os seis limites, e a exigência da resolução que corresponde a cada um · O que o copiloto aponta durante a consulta
A consulta é transcrita e o registro nasce rascunho. Ele fica numa fila, visível, esperando quem atendeu. Enquanto ninguém libera, não é documento — e o site inteiro usa essa convenção: tracejado é rascunho, contínuo é assinado.
Paciente relata dor lombar há cerca de duas semanas, pior ao final do dia. Nega trauma. Refere melhora parcial com repouso.
Menciona uso contínuo de anti-hipertensivo.
Escrito pelo assistente a partir da consulta. Ainda não é documento.
Paciente relata dor lombar há cerca de duas semanas, pior ao final do dia. Nega trauma. Refere melhora parcial com repouso.
Menciona uso contínuo de anti-hipertensivo.
Revisado e liberado por quem atendeu. A partir daqui, é prontuário.
Enquanto está em rascunho, o texto não é prontuário. Veja a trilha da consulta, hora por hora — é ela que responde “quem decidiu o quê”.
O que você não ligar simplesmente não existe na sua conta. Três recortes possíveis, para mostrar que a máquina inteira não é obrigatória — e que a peça mais valiosa muda conforme a clínica.
Três recortes possíveis. São ilustrativos, montados a partir do que o produto entrega — não são clientes. Arraste a tabela para o lado para ver as três colunas.
| Peça | Consultório de um médico |
Clínica com quatro especialidades |
Clínica com telemedicina |
|---|---|---|---|
| Atendimento no WhatsApp | ligado | ligado | ligado |
| Triagem por especialidade | não ligou | ligado | ligado |
| Agenda por profissional | ligado | ligado | ligado |
| Ficha de pré-atendimento | não ligou | ligado | não ligou |
| Registro escrito da consulta | ligado | não ligou | ligado |
| Teleconsulta com sala | não ligou | não ligou | ligado |
Sem instalar nada, sem trocar o sistema da clínica, sem compromisso de contrato.
O grosso das mensagens chega quando não há ninguém no balcão. Não é um problema de esforço: é um problema de horário.
No WhatsApp da clínica, no horário que a pessoa tiver. O assistente responde na hora, com o material da casa — o que a clínica atende, onde fica, quais convênios aceita.
Antes de qualquer conversa sobre horário, o relato é lido em busca de sinal de emergência. Se houver, a orientação é procurar atendimento imediato — e o assistente não fica negociando agenda. Ele não avalia gravidade e não diz que não é grave.
A partir do que a pessoa contou, a conversa vai para a especialidade certa entre as que a clínica tem. É o que evita a pergunta que a recepção não sabe responder — “com qual doutor eu marco?” — e a consulta desperdiçada com o profissional errado.
O assistente consulta a agenda real daquele profissional e oferece o que está livre. Não existe “vou verificar e retorno”: o horário oferecido é um horário que dá para marcar, e ao confirmar o evento é criado.
Antes da consulta, a pessoa recebe uma ficha curta para contar o motivo com calma. É ficha de pré-atendimento, não anamnese: anamnese é ato médico e nasce depois da consulta, com o profissional.
Quem atende abre a agenda e encontra o motivo do contato e o que a pessoa respondeu na ficha. A consulta começa no assunto, e não na coleta.
O paciente não sabe — nem deveria saber — qual especialidade resolve o caso dele. Quem descobre é a triagem, a partir do que ele contou. E antes de tudo isso vem uma bifurcação que não espera.
Arraste o desenho para o lado para ver tudo.
A verificação de emergência acontece antes de qualquer conversa sobre horário. Ela não avalia gravidade nem descarta risco: quando há sinal, o assistente orienta a procurar atendimento imediato e para de negociar agenda.
A maior parte do que chega no WhatsApp de uma clínica é a mesma pergunta em ordens diferentes: vocês atendem tal convênio, onde fica, tem horário na quinta, precisa de pedido médico. Nada disso exige julgamento — exige a informação certa, disponível na hora.
A recepção continua sendo a recepção: ela cuida de quem está na frente dela, e não do celular que vibra enquanto ela atende.
Se a modalidade for teleconsulta, o assistente cria a sala no momento de confirmar e devolve o link daquela consulta. Ele não adapta um link antigo nem repete o de outro atendimento — um endereço plausível e inválido só é descoberto no horário, com o paciente esperando sozinho.
E na confirmação de teleconsulta não vai endereço nem “chegue com antecedência”: não há aonde chegar.
Três documentos, três exigências diferentes, e nenhum deles vira prontuário sem passar por uma pessoa.
A transcrição do que foi dito, com as falas separadas por quem falou. Não passa por inteligência artificial nenhuma — é o texto bruto, e existe para que os outros dois tenham base.
Escrita a partir da consulta, e só do que a pessoa efetivamente disse. Nasce depois do atendimento porque anamnese é ato médico — o que se coleta antes é ficha de pré-atendimento.
Redigida a partir do que o profissional indicou durante a consulta. O assistente organiza o texto; a conduta é de quem atendeu, e a liberação também.
Juntar tudo num texto só parece prático até o dia em que alguém precisa distinguir o que o paciente disse do que o profissional decidiu. Separado desde a origem, isso não vira discussão.
Num texto único, “o paciente refere dor” e “foi indicado repouso” viram a mesma prosa. Separados desde a origem, o relato continua sendo relato e a conduta continua sendo conduta — e ninguém precisa reconstituir isso de memória meses depois.
Também muda quem pode o quê: um erro de transcrição no relato se corrige editando; uma conduta só o profissional altera. São documentos com donos e exigências diferentes.
Tracejado é o que a máquina produziu e ainda não vale. Contínuo é o que passou por uma pessoa. O documento só muda de traço num ponto — e é sempre o mesmo ponto.
Arraste o desenho para o lado para ver tudo.
A fila de liberação fica à vista de quem precisa liberar, com quantos documentos esperam e há quanto tempo. Isso não é enfeite de painel: fila que ninguém vê vira cemitério, e prontuário atrasado é o pior lugar para acumular pendência.
Cada profissional vê a própria fila. O que ele não liberou não conta como registro, e o sistema não deixa outra pessoa liberar por ele.
A resolução do CFM transformou o prontuário em instrumento de gestão do risco: ele precisa permitir reconstituir depois qual ferramenta foi usada, para quê, e que houve revisão humana. A trilha é o que faz isso — e é ela que protege o profissional.
Arraste o desenho para o lado para ver tudo.
É essa reconstituição — qual ferramenta entrou, para quê, e que houve revisão humana — que a resolução exige do prontuário. E é ela que sustenta o “uso diligente” do qual depende a proteção do profissional.
Prontuário guardado e inconsultável é papel no fundo da gaveta. Você abre um paciente e vê a história dele nesta clínica — consulta por consulta, com quem atendeu e o que ficou assinado.
A data do atendimento, o nome e o conselho de quem atendeu, e os documentos liberados naquela consulta. Rascunho não entra: enquanto ninguém assinou, não é prontuário — é fila.
Consulta que aconteceu sem autor registrado aparece assim mesmo, dizendo isso. Sumir com ela deixaria um buraco silencioso no histórico, e buraco silencioso é pior que lacuna declarada.
Em cada documento: quando foi liberado, e quantos trechos você mudou do que a máquina tinha escrito. “Liberado sem alterações” também é uma resposta — e é diferente de não saber.
A Resolução CFM 2.454/2026 transformou o prontuário em instrumento de gestão do risco: ele precisa permitir reconstituir depois qual ferramenta entrou, para quê, e que houve revisão humana. Quem responde por isso é quem assinou.
Entre carimbar o que a inteligência artificial escreveu e revisar o que ela escreveu existe uma diferença — e ela não ficava registrada em lugar nenhum. Agora fica: o texto que a máquina produziu é guardado, e o que você mudou é contado.
Outro profissional da mesma clínica não libera o documento da sua consulta — o sistema recusa. E a recepção, que organiza a fila e vê que o documento existe, de quem e de quando, não lê o conteúdo clínico.
Você atende em mais de um lugar com um login só, e o prontuário não atravessa a porta: a guarda é do estabelecimento onde o atendimento aconteceu. O que você registrou ali não aparece aqui — e é assim que tem de ser.
Nada disso é enfeite de painel. É a diferença entre dizer que houve revisão humana e conseguir mostrar qual foi.
Outro profissional da mesma clínica não libera o documento de uma consulta que não foi dele. Não é política de uso: o sistema recusa.
A ficha de pré-atendimento e o que ficou registrado nas consultas anteriores nesta clínica entram na sala com você. E, enquanto a conversa corre, o copiloto aponta o que ficou pela metade — sem nunca sugerir diagnóstico, medicação ou dose.
Dra. Helena · você
Antônio R.
GRAVANDO
Motivo: dor lombar há 2 semanas, pior no fim do dia
Ficha: nega trauma; já tentou repouso
Em uso: anti-hipertensivo contínuo
Nesta clínica: 2 consultas anteriores
A ficha menciona uso contínuo de anti-hipertensivo, e isso ainda não apareceu na conversa.
Ele citou formigamento na perna no início e a conversa seguiu sem voltar ao ponto.
Vocês falaram em exame de imagem, mas não ficou combinado quando nem onde.
Tela encenada, com dados fictícios. O que ela mostra existe; o paciente é inventado.
Cada um é uma chave, e os três nascem desligados: a clínica liga o que usa, e o custo fica proporcional.
Arraste o desenho para o lado para ver tudo.
O texto bruto, arquivado no acervo. É a base dos outros dois.
sem inteligência artificial nenhumatranscriçãobusca a transcrição da chamada, com o papel de cada falaarquivargrava no acervo com hora, duração, quem atendeu e a referência da gravaçãofunilmove o paciente para Atendido — é o que responde “quantos apareceram este mês?”O que o paciente relatou, na ordem de um texto clínico.
vínculodescobre de qual clínica é a consulta — o registro não atravessa a portatranscriçãoa mesma base, sem reprocessarescribaredige só o que foi dito; o que não foi vira “não referido”, não suposiçãorascunhosalva aguardando liberação, e entra na fila de quem atendeuO que o profissional indicou. Mesma disciplina, documento diferente — por isso são dois fluxos.
vínculomesma resolução de clínicatranscriçãomesma baseescribanunca corrige uma dose: escreve o que se ouviu e marca (conferir) se ficou ambíguorascunhotambém espera assinaturaEste não dispara ao desligar: dispara quando uma pessoa assina.
arquivarguarda com a trilha: quem escreveu, quem revisou, quantos trechos mudaramentregarenvia ao paciente só o que é entregável — as orientações vão; a anamnese é registro interno, e a receita assinada sai pela clínicaO erro mais caro deste trabalho é atribuir ao profissional algo que o paciente disse. Por isso a transcrição vem com o papel de cada fala, e o escriba separa os dois antes de escrever qualquer linha.
Três, e nenhuma é conduta. A diferença não é de tom, é de categoria: ele não tem como emitir uma sugestão de tratamento.
O que a ficha trouxe e a conversa não tocou, ou o dado que costuma faltar naquela área: tempo de evolução, o que já tentou, alergia, o que está em uso.
“A ficha menciona uso contínuo de anti-hipertensivo, e isso ainda não apareceu na conversa.”
Algo que a pessoa contou e a conversa deixou passar. Ele não avalia gravidade nem diz o que significa — diz que ficou para trás.
“Ele citou formigamento na perna no início e a conversa seguiu sem voltar ao ponto.”
Exame, retorno ou encaminhamento que foi citado e ficou no ar. É o que mais some entre uma consulta e a seguinte.
“Vocês falaram em exame de imagem, mas não ficou combinado quando nem onde.”
O que muda não é a consulta — é o que sobra dela. Do lado esquerdo, o caminho que quase toda clínica pequena percorre hoje.
Economia de digitação é o argumento que todo mundo usa, e é o menor de todos. O que muda a semana de uma clínica está em outro lugar.
O que se escreve de memória, de seis pacientes, não é o que foi dito — é o que sobrou. E é o registro que protege o profissional depois.
Documento parado sem ninguém saber é o pior tipo de pendência. Aqui ele aparece, e de quem é.
Agendado, ficha respondida, atendido, faltou — sem ninguém anotar nada.
Ninguém monta trilha depois do problema. Ela vale porque foi gravada quando nada acontecia — e porque você consegue abri-la no dia em que precisar, paciente por paciente.
A anamnese é registro interno da clínica: ela existe para o cuidado e para a defesa do profissional, não para circular. O que sai sozinho, quando alguém libera, são as orientações da consulta — o que ficou combinado, na mão de quem foi atendido. A receita assinada continua saindo pela clínica: prescrição só vale com a assinatura do profissional, e nada aqui assina no lugar dele.
Um aviso desnecessário no meio de uma consulta custa duas coisas: a atenção do profissional e a confiança dele na ferramenta. Da segunda vez que atrapalha, ninguém mais lê.
Nem se o profissional perguntar diretamente. Conduta é do médico, e a resolução do CFM não deixa isso ser delegado.
As sugestões aparecem só para quem conduz a consulta. O paciente não vê nada disso.
Se o ponto foi coberto, ele cala. É a diferença entre um copiloto e um alarme.
Quando a consulta é por vídeo, a sala é criada no momento de confirmar e o endereço daquela consulta vai na mensagem. Nada de link antigo adaptado — um endereço plausível e inválido só é descoberto no horário, com o paciente esperando sozinho.
É o mesmo cérebro nas quatro — mesma triagem, mesma agenda, mesmo material da casa. Mas se a clínica olhar só para as conversas, ela vai ver menos da metade do que roda.
Arraste o desenho para o lado para ver tudo.
O que muda entre elas é só o lugar. A triagem por especialidade, a agenda real e os limites do que o assistente pode dizer são exatamente os mesmos — porque é literalmente o mesmo agente atrás das quatro.
Arraste o desenho para o lado para ver tudo.
Onde a conversa já acontece. É a porta que mais chega, e a que mais chega fora do horário.
mesmo cérebroA mesma conversa por dentro de uma página. Serve para quem prefere não ligar, e para quem já está no balcão esperando.
mesmo cérebroA teleconsulta, com a sala criada na hora e o contexto do paciente entrando junto com você.
com copilotoOnde quem atende vê a agenda, os pacientes, a fila de documentos esperando liberação — e o prontuário de cada paciente nesta unidade.
só para a equipeUm paciente pode começar no WhatsApp, ser atendido na sala de vídeo e voltar pelo site: é o mesmo cadastro, e ele não repete a história.
Esta é a parte que não se vê e que ninguém compra numa demonstração — e é onde está a maior parte do tempo que a clínica recupera. Nenhuma destas linhas foi disparada por alguém clicando em algo.
Algumas horas antes da consulta, calculadas a partir do horário marcado. Quem responde chega com o motivo já contado.
disparado pelo agendamento, não por uma pessoaSem inteligência artificial nenhuma no registro bruto: é o texto do que foi dito, com o papel de cada fala.
disparado pelo fim da chamadaEscritas a partir do que foi dito — o relato de um lado, a conduta do outro, sem misturar os dois.
dois fluxos separados, cada um uma chaveCom quantos documentos esperam e há quanto tempo. Fila que ninguém vê vira cemitério, e prontuário atrasado é o pior lugar para acumular pendência.
cada profissional vê a própriaQuem escreveu, quem revisou, quantos trechos mudaram e quem liberou. E só o que é entregável chega ao paciente.
disparado pela assinaturaContato, consulta agendada, ficha respondida, atendido, faltou. Ninguém precisa arrastar cartão nenhum para a clínica saber quantos marcaram e quantos apareceram.
e é isso que responde “quantos faltaram este mês?”Uma clínica que só ligasse o atendimento no WhatsApp já economizaria as horas da recepção. Mas quem para aí continua escrevendo prontuário de memória no fim do dia, continua descobrindo no mês seguinte quantos faltaram, e continua com documento parado sem ninguém saber.
A pergunta que separa as duas coisas não é “quantas mensagens ele responde?”. É o que acontece depois que a conversa termina.
Cada peça é uma chave, e o que você não ligar não existe na sua conta.
Nem “clínica tem médicos” nem “médico tem clínicas” descreve isso sem duplicar alguém. São duas coisas separadas e um vínculo entre elas — e é o vínculo que carrega a agenda.
A guarda do prontuário é do estabelecimento, não do profissional: é a clínica que responde por ele, e é o número dela que o paciente conhece. O profissional autônomo não é exceção — ele é uma clínica de um, com a mesma estrutura e sem as etapas que só fazem sentido com equipe.
O que muda de lugar para lugar é o vínculo: a mesma pessoa tem horários diferentes em cada endereço onde atende, e quem responde “quando ela atende aqui?” é o par pessoa-clínica, nunca um dos dois sozinho.
Qualquer um dos dois desenhos obriga a duplicar alguém: ou a mesma pessoa vira três cadastros, ou a mesma clínica aparece em três lugares. O que resolve é reconhecer que a agenda não pertence a nenhum dos dois — pertence ao encontro entre eles.
Arraste o desenho para o lado para ver tudo.
Ela é quem usa o sistema o dia inteiro, e é ela que abandona a ferramenta se a ferramenta a tratar como visitante. Por isso ela tem o que precisa para atender bem no balcão: a agenda, os pacientes, o que está marcado e o que mudou.
O que não é dela é o conteúdo clínico e a liberação de documento — não por hierarquia, mas porque quem responde pelo ato é quem atendeu.
Desde 27 de fevereiro de 2026, uma resolução do Conselho Federal de Medicina diz o que a inteligência artificial não pode fazer na medicina. Ela não é um detalhe para o rodapé: é o desenho deste produto, item por item — e é por isso que esta é a página mais concreta do site.
É proibido delegar à inteligência artificial a comunicação de diagnóstico, prognóstico ou decisão terapêutica.
O assistente não dá diagnóstico nem como hipótese, não indica medicamento — inclusive de venda livre — e não interpreta exame. A restrição está no que ele pode fazer, não num pedido de texto.
A palavra final sobre decisões diagnósticas, terapêuticas e prognósticas é sempre do médico, e usar a ferramenta não o exime de responsabilidade.
Todo documento nasce rascunho e espera liberação. E só quem conduziu a consulta libera o documento dela: outro profissional da mesma clínica é recusado pelo sistema.
O prontuário deve registrar a ferramenta utilizada, a finalidade do uso e a revisão humana da sugestão — para permitir reconstituir depois quem decidiu o quê.
A trilha grava cada passo com hora: o que o assistente escreveu, que ficou aguardando, que foi revisado, quantos trechos mudaram e quem liberou. É essa trilha que sustenta o “uso diligente” do qual depende a proteção do profissional.
O paciente tem o direito de ser informado, de forma clara e acessível, sempre que houver uso de inteligência artificial.
A conversa não finge ser uma pessoa, e o registro de que o atendimento passou pelo assistente fica na trilha da consulta.
O assistente pede só o necessário para orientar e agendar. Nunca CPF, RG, cartão, senha, número completo de convênio ou documento por foto. Não é conservadorismo: é o que a lei classifica como sensível, e o que sobra guardado é o que pode vazar.
Os dados ficam em infraestrutura própria, no Brasil, com o conteúdo de cada clínica isolado do das outras — e o material que a clínica carrega é consultado na hora da resposta, sem alimentar treinamento de modelo.
A recusa nunca é um “não posso ajudar”. O assistente registra o relato, encaminha para quem pode responder e conduz para a consulta — que é onde a pergunta vai ser respondida de verdade.
Horário não consultado, convênio que não está na lista, nome de profissional que não atende ali. Se não tem, ele diz que vai confirmar.
Isso é com a operadora. Ele diz o que a clínica aceita e oferece a alternativa.
Sem código de erro, sem nome de sistema, sem aviso de falha. Se algo não funciona, ele conduz por outro caminho e registra para a equipe.
Chutar o sistema que a clínica usa sinaliza suposição, e errar sinaliza desatenção.
Se a linha entre o que a máquina faz e o que a pessoa assina estiver no lugar certo, o resto é consequência.
Ele não entra em despesa, não aparece no relatório e não é discutido em reunião. É a diferença entre a agenda que você marcou e a agenda que aconteceu — e ela some do faturamento sem deixar rastro.
Os percentuais são do setor e estão na home, com fonte. O resto é aritmética.
No exemplo abaixo, 300 — uma clínica com quatro ou cinco profissionais.
No exemplo, R$ 200. Este é o único número que não vem de pesquisa — é ilustrativo, e é o que você troca primeiro.
Clínica sem processo ativo de confirmação fica entre 20% e 30%. No exemplo, 20% de 300 consultas a R$ 200 dá R$ 12 mil por mês que a agenda prometeu e o caixa não viu.
E essa é só a metade que aparece. A outra é a mensagem que chegou às 22h e foi respondida às 8h da manhã seguinte — quando a pessoa já marcou em outro lugar. Essa não vira falta: ela nunca vira consulta, então não entra em estatística nenhuma.
A comparação de preço mais comum é com software de gestão, e ela leva à conclusão errada — porque software de gestão espera alguém digitar. Este assistente é o que acontece quando não há alguém.
Guarda agenda, prontuário e financeiro. Faz tudo isso muito bem, e não atende ninguém: alguém da sua equipe precisa estar na frente dele. Você continua precisando dele — e não precisa trocar.
Atende, tria, marca, confirma e lembra. É exatamente o que o assistente faz — só que também às 22h, no domingo e no feriado, que é quando chega boa parte das mensagens.
Transcrever a consulta e redigir o registro é a parte cara, porque custa em cada consulta. Por isso ela é uma chave separada: quem quer só a agenda cheia não paga por ela.
Não por profissional cadastrado. Médico que não atendeu no mês não entra na conta, e clínica que atendeu mais paga proporcionalmente mais — inclusive porque foi ela que deu mais trabalho ao sistema.
A unidade é a consulta registrada, e ela foi escolhida por um motivo prático: é a única coisa aqui que você já conta todo dia, e é a mesma unidade em que você já pensa o próprio faturamento. Nada de mensagem, minuto de áudio ou crédito — três unidades que ninguém sabe traduzir para dinheiro.
Quanto mais volume, menor o valor por consulta. O número sai na conversa, depois de saber o que você vai ligar — porque um número solto, sem saber quais peças você quer, engana nas duas direções.
O primeiro degrau é só a porta: atender, triar, marcar, confirmar e lembrar. Sem registro, sem transcrição, sem prontuário. É o degrau que ataca a cadeira vazia, que é o custo dos números acima — e é o mais barato justamente porque não inclui a peça cara.
O registro entra quando você quiser, e não antes. Desligar não desinstala nada: o que você não ligar não existe na sua conta, e o que já foi escrito continua seu, em formato que você leva embora.
Se a clínica preferir servidor e marca próprios, isso existe e custa mais — e tem uma consequência que preferimos dizer antes de vender. Está explicada na home.
Por uso, não por assento — você não paga por médico cadastrado que não atendeu. O número sai na conversa, depois de saber o que você vai ligar.
A conta nasce em minutos. O que define o resto é quanto do material da casa já está organizado: convênios, horários, quem atende o quê.
Ligue uma peça, veja o efeito, e só então ligue a próxima — a lógica da dose mínima vale aqui igual. Comece só pelo atendimento, sem registro nenhum. E desligar não desinstala nada: o que você não ligar não existe na sua conta, e o que já foi escrito continua seu, em formato que você leva embora.
Ela não precisa de mudança de sistema, de treinamento da equipe nem de convencer ninguém a digitar mais. Precisa de alguém atendendo quando não tem ninguém.
O produto é o mesmo. O que muda é de quem é o endereço — e a escolha tem uma consequência que preferimos dizer antes de vender, não depois.
O produto é o mesmo. O que muda é de quem é o endereço — e a escolha tem uma consequência que preferimos dizer antes.
Não dá para escolher errado de forma cara: começar compartilhado e migrar depois é um caminho previsto, e o registro das consultas vai junto.
É o caminho mais rápido para ver o assistente atendendo o seu número, e migrar depois está previsto — o registro das consultas vai junto.
As doze que mais aparecem, respondidas sem rodeio — inclusive as que não nos favorecem.
Não, e isso não é configuração. Ele não dá diagnóstico nem como hipótese, não indica medicamento — inclusive os de venda livre — e não interpreta exame. A Resolução CFM 2.454/2026 proíbe delegar essas comunicações à inteligência artificial, e o produto foi construído dentro dessa linha.
Quem atendeu. O registro nasce rascunho e fica numa fila até uma pessoa revisar e liberar. Além disso, só quem conduziu aquela consulta pode liberar o documento dela — outro profissional da mesma clínica não consegue.
Sim. Você abre o paciente e vê a história dele nesta clínica: consulta por consulta, com quem atendeu e os documentos liberados — e, em cada um, quando saiu e quantos trechos você mudou do que a máquina tinha escrito. É essa reconstituição que a resolução do CFM exige do prontuário, e ela só vale se alguém conseguir abrir.
Pela trilha. O texto que o assistente escreveu é guardado quando você faz a primeira correção, e a quantidade de trechos alterados fica registrada na liberação. “Liberado sem alterações” também é uma resposta — o que não existe é liberar sem que fique registrado o quê.
A emergência é reconhecida antes de qualquer outra coisa e fura a fila do agendamento: o assistente orienta a procurar atendimento imediato e não fica negociando horário. Ele não avalia gravidade nem diz que não é grave.
Sabe. A resolução do CFM dá ao paciente o direito de ser informado, de forma clara, sempre que houver inteligência artificial no atendimento — e a conversa não finge ser uma pessoa.
Na plataforma compartilhada, não: a pessoa tem um login só e vê, em cada clínica, apenas o que é daquela clínica. O prontuário pertence ao estabelecimento, então ele não atravessa a porta — atender na clínica A não dá acesso ao registro feito na clínica B. Numa instalação dedicada é diferente, e por definição: uma instalação separada é uma ilha, então quem também atende numa clínica da plataforma compartilhada terá dois acessos. É o preço do isolamento, e é justamente o que se compra ali.
Dá. Na instalação dedicada o domínio e a identidade são da clínica, o servidor e o banco não têm vizinho, e a clínica decide quando atualiza. Custa mais, porque é infraestrutura e operação por cliente. A consequência que preferimos dizer antes: uma instalação separada é uma ilha, então o profissional que também atende numa clínica da plataforma compartilhada terá dois acessos. Começar compartilhado e migrar depois é um caminho previsto, e o registro das consultas vai junto.
Guardados em infraestrutura própria, no Brasil, com o conteúdo de cada clínica isolado do das outras. Dado de saúde é dado sensível pela LGPD, e o assistente pede o mínimo necessário para orientar e agendar — nunca documento, cartão ou senha. Sendo exato sobre o que sai: o texto de cada conversa é processado por um provedor de inteligência artificial para gerar a resposta, e esse provedor declara não usar o conteúdo para treinar modelo nem retê-lo depois. O arquivo — prontuário, agenda, histórico — não sai daqui.
Não para começar. O atendimento, a triagem e a agenda funcionam sozinhos, e o registro da consulta fica disponível para você levar para onde quiser. Integração com sistema de terceiro é conversa à parte, e depende de qual é.
Serve. O profissional autônomo é tratado como uma clínica de um — mesma estrutura, sem etapas que só fazem sentido com equipe. A triagem por especialidade, por exemplo, você simplesmente não liga.
A secretária é um papel, não um acesso menor: ela cuida de agenda, pacientes e do que precisa para atender bem no balcão. O conteúdo clínico e a liberação de documento ficam com quem atendeu.
Crie a conta e teste com o seu próprio número — é mais rápido do que a gente responder por escrito.
Você cria a conta, conecta a agenda e convida a equipe. O código da clínica sai no fim — é ele que liga o WhatsApp ao seu cadastro.
Ao criar a conta você concorda que a conversa com o assistente fica registrada no cadastro da clínica.
O código da sua clínica
—
Guarde este código: é ele que identifica a sua unidade no número compartilhado.
É o que faz o assistente oferecer horários que existem, em vez de prometer retorno.
Cada pessoa entra com o próprio login e o próprio papel, em quantas clínicas atender.