Visão geral A jornada O prontuário Médicos e recepção Sigilo e CFM Criar conta
Catalisa · Clínicas e consultórios

A consulta acaba e o prontuário já está escrito.

O atendimento por WhatsApp tria pela especialidade certa e marca na agenda real do profissional. A consulta acontece. E quando ela termina, a anamnese e a prescrição já estão redigidas — como rascunho, esperando a assinatura de quem atendeu.

Nunca diagnostica

Orienta o caminho do cuidado e colhe o relato. Concluir é com o profissional.

Nada sai sem assinatura

O documento nasce rascunho. Quem atendeu é quem libera — e a trilha guarda quem foi.

Sem trocar de sistema

O WhatsApp que a clínica já divulga e a agenda que ela já usa.

O problema

O gargalo da clínica não é marcar consulta.

Marcar, quase todo mundo resolve. O que não fecha é o resto: a recepção que some do balcão para atender o telefone, a ficha que ninguém preencheu antes, e o prontuário que o profissional escreve à noite, de memória, três consultas depois.

01

A mensagem das 22h

Chega fora do expediente, é sobre dor no peito, e fica esperando as 8h. O assistente responde na hora — e, se o relato tiver sinal de urgência, orienta o caminho de emergência antes de qualquer inteligência artificial entrar na conversa.

02

"Com qual doutor eu marco?"

A pessoa não sabe a especialidade — ela sabe o sintoma. A triagem lê o relato, escolhe entre 14 áreas clínicas e oferece só os horários reais do profissional que atende aquilo naquela unidade.

03

O prontuário de memória

É onde o tempo some e onde o erro mora. A consulta em vídeo é transcrita com quem falou e quando; a anamnese e a prescrição saem daí, escritas só com o que foi dito.

A escada

Entre o que a máquina escreve e o que vale como documento, existe uma pessoa.

Esta é a decisão que organiza o produto inteiro. Um fluxo que gerasse e enviasse sozinho seria uma inteligência artificial assinando no lugar de quem responde pelo atendimento.

1

A consulta é registrada

Transcrição em segmentos — cada fala com quem falou e em que instante. Sem IA nenhuma. É a peça auditável, o que sobra para conferir quando algo for contestado.

2

O escriba redige

Anamnese a partir do que o paciente relatou; prescrição a partir do que o profissional indicou em voz alta. O que não apareceu na conversa recebe "não referido".

3

Quem atendeu assina

O documento nasce e continua rascunho. Ele só vale depois que o profissional daquela consulta libera — e a plataforma guarda quem foi e quando.

E a receita não é mensagem de WhatsApp. Prescrição válida exige assinatura do profissional (CFM 2.299/2021 e ICP-Brasil na via digital), e nada aqui assina nada.

O que o paciente recebe são as orientações da consulta, com o aviso de que o documento assinado é entregue pela clínica. A anamnese não vai por mensagem em hipótese nenhuma: é registro de prontuário.

O que muda no dia

A recepção volta a ficar na recepção.

Atende sempre

Sábado, feriado, 3h da manhã. Quem chega é respondido, triado e marcado — não deixado em visto.

A ficha chega preenchida

A pré-consulta é oferecida antes do horário marcado, no WhatsApp, e o que a pessoa responde chega junto com ela.

A fila de assinatura é visível

O profissional abre o portal e vê exatamente o que está esperando por ele. É o gargalo do método, e ele deixa de ser invisível.

A jornada

Do "bom dia, vocês atendem?" à consulta marcada.

Sem ninguém da clínica na conversa — e com a clínica sabendo de tudo.

22h14

Chega a mensagem

"boa noite, minha mãe tá com uma dor no peito desde ontem, vocês atendem?" O assistente se identifica como assistente virtual — não finge ser gente — e responde na hora.

22h14

Emergência vem primeiro

"Dor no peito" dispara o aviso de urgência antes de a IA opinar: SAMU 192, o pronto-socorro mais próximo, e o CVV 188 quando o relato envolve a própria vida. É regra de texto, não julgamento de modelo — o custo desse erro não se compara ao de nenhum outro.

22h15

A triagem escolhe a área

Cardiologia, e não "clínica geral porque é o padrão". São 14 especialidades, e quem decide é a leitura do relato — o paciente nunca precisou saber o nome da área.

22h16

Horários que existem

Três opções, no máximo, lidas da agenda real daquele profissional naquela unidade. Nenhum horário inventado, e a confirmação repete data e hora antes de marcar.

véspera

A ficha de pré-atendimento

Chega sozinha, pelo WhatsApp, antes da consulta. Não é anamnese — anamnese é ato médico e acontece na consulta. É a triagem que a clínica sempre pediu no balcão.

no dia

O profissional já sabe

Nome, motivo do contato, o que a ficha respondeu e o histórico daquela pessoa naquela unidade. Sem abrir outro sistema.

O encaminhamento nunca é decidido pela conversa. Quando o caso precisa de gente, o assistente marca a resposta e o sistema entrega o briefing ao profissional certo, pelo telefone que veio do cadastro.

O modelo decide se encaminha. Nunca para quem — esse é um dado do banco, não uma frase gerada.

O prontuário

O que a consulta vira, e quem assina.

Três artefatos, cada um ligável em separado — e nenhum deles sai sozinho.

Registro

A transcrição diarizada: cada fala com quem falou e em que instante. Sem IA nenhuma — é a peça auditável, e é o que sobra para conferir quando um rascunho for contestado.

Anamnese

Queixa principal, história da doença atual, antecedentes, medicações em uso, alergias, hábitos. Só o que foi dito. O que não apareceu na conversa recebe "não referido", e nada é concluído.

Prescrição

O que o profissional indicou em voz alta, com a posologia exatamente como ele disse. É transcrição, não geração: nada é acrescentado, completado ou corrigido, e o que ficou ambíguo é marcado com "(conferir)".

Por que três fluxos, e não um

Um fluxo único com três ramos seria mais barato de escrever e pior de usar: a clínica não conseguiria ligar a prescrição sem ligar o resto, a falha de uma extração levaria as outras junto, e nenhuma peça seria reaproveitável. Cada artefato é um fluxo, e todos nascem desligados — o custo fica proporcional ao que a clínica realmente usa.

Anamnese é ato médico. Quem a faz é o profissional, conversando. O que roda antes da consulta é uma ficha de pré-atendimento, que é outra coisa e tem outro nome.

Chamá-la de anamnese daria a entender que um robô praticou um ato médico. Não deu.

Médicos e recepção

Um médico atende em três clínicas. Um login.

Não é hierarquia — e é por isso que quase todo sistema do setor obriga alguém a existir duas vezes.

Uma médica atende em N unidades; uma secretária cuida de M médicos em N unidades. Nem "clínica com médicos dentro" nem "médico com clínicas dentro" descreve isso sem duplicar alguém. São três coisas: a clínica, a pessoa, e o vínculo entre elas — e é o vínculo que carrega a agenda, os horários e o papel.

A posse é da clínica

A guarda do prontuário e a responsabilidade de tratamento são do estabelecimento onde o atendimento aconteceu. O número de WhatsApp é da recepção, não do médico. E o médico autônomo não vira exceção: é uma clínica de um.

A secretária é um papel, não um acesso menor

Ela abre a consulta do profissional, ajusta a agenda dele e administra a fila. O que ela não faz é assinar: liberar documento clínico é ato de quem atendeu.

O prontuário não atravessa a porta

Duas unidades no mesmo número compartilhado não se enxergam. O histórico de um paciente numa clínica não aparece no atendimento da outra — nem para o mesmo médico.

E a fila de assinatura é por pessoa. O profissional abre o portal e vê o que ele atendeu, não o que a clínica inteira produziu.

Outro médico da mesma unidade não libera o documento de uma consulta que não conduziu — assinar o que outra pessoa atendeu é pôr o nome errado num documento clínico.

Sigilo e CFM

O que o assistente nunca faz.

Numa vertical em que o erro caro é um diagnóstico inventado, o limite não pode estar no rodapé.

Nunca diagnostica — nem "provável", nem "pode ser". Não nomeia doenças como conclusão sobre o quadro de ninguém.

Nunca prescreve nem sugere medicamento, inclusive os de venda livre. Não indica dose, via, duração nem troca de remédio, e não manda suspender ou alterar tratamento em uso.

Nunca interpreta exame como laudo, e nunca promete resultado, cura, prazo de melhora ou que "não é nada grave".

Dado de saúde é dado sensível

LGPD art. 11. O assistente pede só o mínimo para orientar e marcar — nunca CPF, cartão, senha ou documento por foto sem necessidade. E nunca cita, compara ou menciona outro paciente, nem para dar exemplo.

A identificação é exigida

Res. CFM 1.974/2011: nome e CRM do responsável técnico identificam o estabelecimento. Ao contrário de outros setores, aqui o padrão é exibir.

Quem prescreve é quem assina

Res. CFM 2.299/2021. O que a plataforma produz é rascunho até uma pessoa liberar, e a trilha guarda quem foi e quando. A receita assinada é entregue pela clínica.

Como o paciente sai da conversa

Escrevendo "parar", a qualquer momento — e o silêncio vale só para aquela unidade. Quem se consulta em duas clínicas no mesmo número pode não querer mais mensagens de uma sem perder as da outra.

Começar

Criar a conta da clínica.

Sem instalação e sem migrar sistema. A conta nasce com um código próprio, e é ele que roteia as mensagens da sua unidade dentro do número compartilhado.

01

Você cria a conta

Nome da clínica, e-mail e telefone. Recebe o código MED-XXXX e o link de WhatsApp para divulgar.

02

Conecta a agenda

Google ou Outlook. É dela que saem os horários oferecidos — por isso nenhum horário é inventado.

03

Convida a equipe

Médicos e secretárias entram por convite, com login próprio que atravessa as unidades em que atendem.

Criar conta

Leva um minuto. Nenhum cartão é pedido aqui.