Catalisa Clínica

O registro fica pronto.
A assinatura continua sua.

O assistente atende no WhatsApp, tria por especialidade, marca na agenda de verdade e escreve o registro da consulta. Diagnóstico, prescrição e a palavra final continuam sendo do profissional.

Não é escolha de estilo: a Resolução CFM 2.454/2026 proíbe delegar à inteligência artificial a comunicação de diagnóstico, prognóstico e decisão terapêutica. O produto foi construído dentro dessa linha.

A fronteira

Uma parte do trabalho a máquina faz inteira. A outra ela não encosta.

A divisão não é sutil nem negociável, e é ela que organiza o produto inteiro. Do lado esquerdo, nada precisa de você. Do direito, nada acontece sem você.

Ela faz sozinha

nada precisa de você
  • Responde a qualquer hora, inclusive de madrugada
  • Entende o motivo e encaminha para a especialidade certa
  • Reconhece sinal de emergência e manda procurar socorro
  • Oferece horários que existem naquela agenda
  • Confirma, lembra e devolve o link da teleconsulta
  • Transcreve a consulta e redige o rascunho
A folha do prontuário, com a linha da assinatura Uma folha de papel pautado. Na metade de cima, três linhas rabiscadas a lápis representam o rascunho que o assistente escreveu. Uma linha horizontal atravessa a folha; abaixo dela, uma rubrica à tinta e um carimbo de liberado. Uma caneta repousa cruzando a linha. Registro da consulta rascunho o assistente escreveu assine aqui assinado quem atendeu liberou CRM LIBERADO

Só você faz

nada acontece sem você
  • Dizer o que a pessoa tem
  • Indicar, trocar, suspender ou ajustar tratamento
  • Interpretar exame
  • Decidir o que vai para o prontuário
  • Liberar o documento — e só o da sua própria consulta
  • Responder pelo ato médico
O que se ouve numa clínica pequena

O gargalo nunca foi marcar consulta.

Boa noite, vocês atendem convênio? Precisava marcar essa semana.

22:14 · sem resposta até as 8h

Com qual doutor eu marco? É uma dor no joelho que não passa.

07:41 · a recepção não sabe triar

Consegui remarcar? Mandei ontem e ninguém respondeu.

09:03 · já marcou em outro lugar

Com o assistente, as três teriam sido respondidas no minuto em que chegaram — e duas já sairiam com horário marcado.

E sobra a terceira dor, que não aparece no celular de ninguém: o prontuário escrito de memória, no fim do dia, de seis pacientes.

Da primeira mensagem à consulta

Seis passos, e nenhum espera alguém estar disponível.

O assistente atende o WhatsApp da clínica com o material da casa — convênios, endereço, horário, quem atende o quê — e, quando a conversa chega ao ponto de marcar, consulta a agenda real e oferece horários que existem.

A recepção deixa de repetir endereço e volta a cuidar de quem está na frente dela.

Recepcionista anotando em uma agenda de papel enquanto atende um paciente no balcão da clínica
A agenda no papel e o telefone tocando: o ponto onde a clínica pequena perde paciente.
1Chega a mensagema qualquer hora, no número da clínica
2Emergência primeirofura a fila, antes de falar em horário
3Triagema especialidade certa, pelo relato
4Horário que existena agenda real do profissional
5Ficha antespré-atendimento, não anamnese
6A consulta começa no assuntoquem atende já sabe o motivo

Ver a jornada inteira, com o que acontece em cada passo

Limites absolutos

O que o assistente nunca faz — nem se insistirem.

Não é uma recomendação escrita nas instruções dele. É o desenho: ele não tem as ferramentas para fazer nada disso, e a regra vale mesmo quando o paciente pede de forma direta.

Nunca diz o que a pessoa tem

Nem como hipótese, nem como “pode ser”. Ele acolhe o relato, registra e encaminha.

Nunca indica medicamento

Inclusive os de venda livre. Sem dose, sem posologia, sem “um analgésico ajuda”.

Nunca interpreta exame

Pode dizer que o exame será avaliado na consulta. Laudo é ato do profissional.

Os seis limites, e a exigência da resolução que corresponde a cada um  ·  O que o copiloto aponta durante a consulta

O registro

Entre o que a máquina escreve e o que vale como documento, existe uma pessoa.

A consulta é transcrita e o registro nasce rascunho. Ele fica numa fila, visível, esperando quem atendeu. Enquanto ninguém libera, não é documento — e o site inteiro usa essa convenção: tracejado é rascunho, contínuo é assinado.

Rascunho 14:32

Paciente relata dor lombar há cerca de duas semanas, pior ao final do dia. Nega trauma. Refere melhora parcial com repouso.

Menciona uso contínuo de anti-hipertensivo.

Escrito pelo assistente a partir da consulta. Ainda não é documento.

Liberado 14:41

Paciente relata dor lombar há cerca de duas semanas, pior ao final do dia. Nega trauma. Refere melhora parcial com repouso.

Menciona uso contínuo de anti-hipertensivo.

Revisado e liberado por quem atendeu. A partir daqui, é prontuário.

Enquanto está em rascunho, o texto não é prontuário. Veja a trilha da consulta, hora por hora — é ela que responde “quem decidiu o quê”.

Ninguém liga tudo

Comece pelo pedaço que dói, e deixe o resto desligado.

O que você não ligar simplesmente não existe na sua conta. Três recortes possíveis, para mostrar que a máquina inteira não é obrigatória — e que a peça mais valiosa muda conforme a clínica.

Três recortes possíveis. São ilustrativos, montados a partir do que o produto entrega — não são clientes. Arraste a tabela para o lado para ver as três colunas.

Peça Consultório
de um médico
Clínica com quatro
especialidades
Clínica com
telemedicina
Atendimento no WhatsAppligadoligadoligado
Triagem por especialidadenão ligouligadoligado
Agenda por profissionalligadoligadoligado
Ficha de pré-atendimentonão ligouligadonão ligou
Registro escrito da consultaligadonão ligouligado
Teleconsulta com salanão ligounão ligouligado
Antes de decidir

As três perguntas que travam qualquer contratação.

Quanto custa?

Por uso, não por assento — você não paga por médico cadastrado que não atendeu. O número sai na conversa, depois de saber o que você vai ligar.

Quanto tempo até estar no ar?

A conta nasce em minutos. O que define o resto é quanto do material da casa já está organizado: convênios, horários, quem atende o quê.

E se não funcionar?

Comece pelo menor recorte — só o atendimento, sem registro. Desligar uma peça é uma chave, não um desmonte.

Perguntas frequentes

O que perguntam antes de assinar.

O assistente pode dar diagnóstico ou indicar remédio?

Não, e isso não é configuração. Ele não dá diagnóstico nem como hipótese, não indica medicamento — inclusive os de venda livre — e não interpreta exame. A Resolução CFM 2.454/2026 proíbe delegar essas comunicações à inteligência artificial, e o produto foi construído dentro dessa linha.

Quem assina o que a inteligência artificial escreveu?

Quem atendeu. O registro nasce rascunho e fica numa fila até uma pessoa revisar e liberar. Além disso, só quem conduziu aquela consulta pode liberar o documento dela — outro profissional da mesma clínica não consegue.

E se o paciente descrever uma emergência?

A emergência é reconhecida antes de qualquer outra coisa e fura a fila do agendamento: o assistente orienta a procurar atendimento imediato e não fica negociando horário. Ele não avalia gravidade nem diz que não é grave.

O paciente sabe que está falando com uma máquina?

Sabe. A resolução do CFM dá ao paciente o direito de ser informado, de forma clara, sempre que houver inteligência artificial no atendimento — e a conversa não finge ser uma pessoa.

Um médico que atende em mais de uma clínica precisa de vários acessos?

Não. A pessoa tem um login só e vê, em cada clínica, apenas o que é daquela clínica. O prontuário pertence ao estabelecimento, então ele não atravessa a porta: atender na clínica A não dá acesso ao registro feito na clínica B.

Onde ficam os dados dos pacientes?

Em infraestrutura própria, no Brasil, com o conteúdo de cada clínica isolado do das outras. Dado de saúde é dado sensível pela LGPD, e o assistente pede o mínimo necessário para orientar e agendar — nunca documento, cartão ou senha.

Preciso trocar o sistema que já uso?

Não para começar. O atendimento, a triagem e a agenda funcionam sozinhos, e o registro da consulta fica disponível para você levar para onde quiser. Integração com sistema de terceiro é conversa à parte, e depende de qual é.

Serve para consultório de um profissional só?

Serve. O profissional autônomo é tratado como uma clínica de um — mesma estrutura, sem etapas que só fazem sentido com equipe. A triagem por especialidade, por exemplo, você simplesmente não liga.

A secretária tem acesso ao prontuário?

A secretária é um papel, não um acesso menor: ela cuida de agenda, pacientes e do que precisa para atender bem no balcão. O conteúdo clínico e a liberação de documento ficam com quem atendeu.

Crie a conta e veja o assistente atendendo o seu número.

Sem instalar nada, sem trocar o sistema da clínica, sem compromisso de contrato.

A jornada

Do “bom dia, vocês atendem?” à consulta marcada.

O grosso das mensagens chega quando não há ninguém no balcão. Não é um problema de esforço: é um problema de horário.

As vinte e quatro horas de uma clínica Uma faixa de vinte e quatro horas. Entre oito e dezoito, uma área sombreada marca o horário em que a recepção atende. Cada mensagem que chega é um ponto: os que caem dentro do horário são cheios, e os de fora — a maioria, concentrada à noite — são círculos vazios em vermelho. Abaixo, uma linha contínua atravessa as vinte e quatro horas inteiras, marcando a cobertura do assistente. a recepção atende 8h às 18h 0h8h 12h18h 21h24h a mensagem das 22h o assistente responde nas 24 e a recepção volta a cuidar de quem está no balcão
ato 1

Chega a mensagem

No WhatsApp da clínica, no horário que a pessoa tiver. O assistente responde na hora, com o material da casa — o que a clínica atende, onde fica, quais convênios aceita.

ato 2

Emergência vem primeirointerrompe tudo

Antes de qualquer conversa sobre horário, o relato é lido em busca de sinal de emergência. Se houver, a orientação é procurar atendimento imediato — e o assistente não fica negociando agenda. Ele não avalia gravidade e não diz que não é grave.

ato 3

A triagem escolhe a área

A partir do que a pessoa contou, a conversa vai para a especialidade certa entre as que a clínica tem. É o que evita a pergunta que a recepção não sabe responder — “com qual doutor eu marco?” — e a consulta desperdiçada com o profissional errado.

ato 4

Horários que existem

O assistente consulta a agenda real daquele profissional e oferece o que está livre. Não existe “vou verificar e retorno”: o horário oferecido é um horário que dá para marcar, e ao confirmar o evento é criado.

ato 5

A ficha de pré-atendimento

Antes da consulta, a pessoa recebe uma ficha curta para contar o motivo com calma. É ficha de pré-atendimento, não anamnese: anamnese é ato médico e nasce depois da consulta, com o profissional.

ato 6

O profissional já sabe

Quem atende abre a agenda e encontra o motivo do contato e o que a pessoa respondeu na ficha. A consulta começa no assunto, e não na coleta.

Médico preenchendo a ficha do paciente à mão, com a prancheta sobre a mesa entre os dois
Do outro lado dos seis atos há uma consulta comum — que é exatamente o ponto.
Uma porta, muitos destinos

Todo mundo escreve para o mesmo número. Só isso não é problema de ninguém.

O paciente não sabe — nem deveria saber — qual especialidade resolve o caso dele. Quem descobre é a triagem, a partir do que ele contou. E antes de tudo isso vem uma bifurcação que não espera.

Uma mensagem que se ramifica até a especialidade certa De um celular sai um traço único. Antes de qualquer ramificação, um ramo grosso e vermelho sobe e termina em procurar atendimento imediato. O traço principal segue e se abre em quatro ramos finos, cada um terminando numa especialidade da clínica, e em cada ponta há um pequeno relógio indicando agenda própria. uma mensagem no número da clínica procurar atendimento imediato antes de falar em horário — e sem avaliar gravidade clínica médica pediatria ortopedia dermatologia e as outras que a clínica tiver agenda própria agenda própria agenda própria agenda própria

Arraste o desenho para o lado para ver tudo.

A verificação de emergência acontece antes de qualquer conversa sobre horário. Ela não avalia gravidade nem descarta risco: quando há sinal, o assistente orienta a procurar atendimento imediato e para de negociar agenda.

O que a recepção deixa de fazer

Repetir endereço, convênio e horário deixa de ocupar o balcão.

A maior parte do que chega no WhatsApp de uma clínica é a mesma pergunta em ordens diferentes: vocês atendem tal convênio, onde fica, tem horário na quinta, precisa de pedido médico. Nada disso exige julgamento — exige a informação certa, disponível na hora.

A recepção continua sendo a recepção: ela cuida de quem está na frente dela, e não do celular que vibra enquanto ela atende.

Paciente aguardando atendimento na recepção de uma clínica, vista de perfil
Quem está no balcão perde atenção cada vez que o telefone toca.
Quando a consulta é por vídeo

A sala é criada na hora, e o endereço nunca é inventado.

Se a modalidade for teleconsulta, o assistente cria a sala no momento de confirmar e devolve o link daquela consulta. Ele não adapta um link antigo nem repete o de outro atendimento — um endereço plausível e inválido só é descoberto no horário, com o paciente esperando sozinho.

E na confirmação de teleconsulta não vai endereço nem “chegue com antecedência”: não há aonde chegar.

Profissional de saúde conduzindo uma consulta por vídeo em um notebook, no consultório
A teleconsulta usa a mesma agenda e o mesmo registro da consulta presencial.

O próximo passo é ver isso no seu número.

O prontuário

O que a consulta vira, e quem assina.

Três documentos, três exigências diferentes, e nenhum deles vira prontuário sem passar por uma pessoa.

quem falou o quê

Registro

A transcrição do que foi dito, com as falas separadas por quem falou. Não passa por inteligência artificial nenhuma — é o texto bruto, e existe para que os outros dois tenham base.

assinatura pendente

Anamnese

Escrita a partir da consulta, e só do que a pessoa efetivamente disse. Nasce depois do atendimento porque anamnese é ato médico — o que se coleta antes é ficha de pré-atendimento.

assinada CRM

Prescrição

Redigida a partir do que o profissional indicou durante a consulta. O assistente organiza o texto; a conduta é de quem atendeu, e a liberação também.

Por que três, e não um

Porque o que é relato e o que é conduta não podem se misturar no papel.

Juntar tudo num texto só parece prático até o dia em que alguém precisa distinguir o que o paciente disse do que o profissional decidiu. Separado desde a origem, isso não vira discussão.

Quem falou o quê continua distinguível

Num texto único, “o paciente refere dor” e “foi indicado repouso” viram a mesma prosa. Separados desde a origem, o relato continua sendo relato e a conduta continua sendo conduta — e ninguém precisa reconstituir isso de memória meses depois.

Também muda quem pode o quê: um erro de transcrição no relato se corrige editando; uma conduta só o profissional altera. São documentos com donos e exigências diferentes.

Vista de cima de uma mesa de consultório com anotações à mão, um laptop e um café
Revisar leva menos tempo que escrever do zero — e é a revisão que a resolução exige registrada.
O ciclo

Do fim da consulta ao arquivo, com uma pessoa no meio.

Tracejado é o que a máquina produziu e ainda não vale. Contínuo é o que passou por uma pessoa. O documento só muda de traço num ponto — e é sempre o mesmo ponto.

Do rascunho ao prontuário, com uma pessoa no meio À esquerda, uma folha com rabiscos a lápis e a etiqueta rascunho, sob uma linha tracejada que diz não vale como documento. No centro, uma caneta apontando para a direita, com a legenda quem atendeu revisa e libera. À direita, a mesma folha com o texto à tinta, uma assinatura e um carimbo de liberado, sob uma linha contínua que diz vale. não vale como documento vale rascunho na fila, esperando quem atendeu revisa e libera outro profissional é recusado pelo sistema CRM LIBERADO prontuário

Arraste o desenho para o lado para ver tudo.

a lápis: o que a máquina escreveu a tinta: o que uma pessoa assinou
A fila

Rascunho parado é rascunho visível.

A fila de liberação fica à vista de quem precisa liberar, com quantos documentos esperam e há quanto tempo. Isso não é enfeite de painel: fila que ninguém vê vira cemitério, e prontuário atrasado é o pior lugar para acumular pendência.

Cada profissional vê a própria fila. O que ele não liberou não conta como registro, e o sistema não deixa outra pessoa liberar por ele.

Profissional de saúde revisando registros com um paciente sentado ao lado
Revisar leva menos tempo que escrever do zero — e é a revisão que a resolução exige registrada.
A trilha

Quem decidiu o quê, e com base em quê.

A resolução do CFM transformou o prontuário em instrumento de gestão do risco: ele precisa permitir reconstituir depois qual ferramenta foi usada, para quê, e que houve revisão humana. A trilha é o que faz isso — e é ela que protege o profissional.

A trilha de uma consulta, hora por hora Uma régua do tempo com um corte de escala. À esquerda, às 9h12 o agendamento é confirmado e às 10h04 o paciente responde a ficha. Depois do corte, às 14h07 a consulta começa; entre 14h31 e 14h33 a máquina transcreve e redige os rascunhos, num trecho marcado como tracejado; às 14h41 quem atendeu revisa e libera, e essa marca é a única contínua e alta, identificada como o único ato que não se delega. 09h 10h 14h00 14h20 14h40 corte de escala agendamento confirmado 09h12 · pela agenda do vínculo ficha respondida 10h04 · pelo paciente consulta iniciada 14h07 · presencial a máquina escreve 14h31 transcrição, sem interpretar 14h32 anamnese em rascunho 14h33 prescrição em rascunho CRM 14h41 · liberada por quem atendeu, com 2 trechos editados o único ato que não se delega

Arraste o desenho para o lado para ver tudo.

É essa reconstituição — qual ferramenta entrou, para quê, e que houve revisão humana — que a resolução exige do prontuário. E é ela que sustenta o “uso diligente” do qual depende a proteção do profissional.

Quem assina é sempre quem atendeu.

Outro profissional da mesma clínica não libera o documento de uma consulta que não foi dele. Não é política de uso: o sistema recusa.

A consulta por vídeo

Você entra na sala já sabendo quem está do outro lado.

A ficha de pré-atendimento e o que ficou registrado nas consultas anteriores nesta clínica entram na sala com você. E, enquanto a conversa corre, o copiloto aponta o que ficou pela metade — sem nunca sugerir diagnóstico, medicação ou dose.

Profissional de saúde de jaleco branco durante uma consulta por vídeo, no consultório Dra. Helena · você
Paciente idoso em casa, participando da consulta por um tablet Antônio R. GRAVANDO

Quem está na sala

Motivo: dor lombar há 2 semanas, pior no fim do dia

Ficha: nega trauma; já tentou repouso

Em uso: anti-hipertensivo contínuo

Nesta clínica: 2 consultas anteriores

Pergunta sugerida

A ficha menciona uso contínuo de anti-hipertensivo, e isso ainda não apareceu na conversa.

Sinal relatado

Ele citou formigamento na perna no início e a conversa seguiu sem voltar ao ponto.

Ficou sem próximo passo

Vocês falaram em exame de imagem, mas não ficou combinado quando nem onde.

Tela encenada, com dados fictícios. O que ela mostra existe; o paciente é inventado.

Os três fluxos, por dentro

Ninguém aperta nada. Foi a chamada terminar.

Cada um é uma chave, e os três nascem desligados: a clínica liga o que usa, e o custo fica proporcional.

Os quatro fluxos que a consulta dispara De um único instante, o encerramento da chamada, saem três trilhas paralelas: registro, anamnese e prescrição. A do registro é contínua porque não usa inteligência artificial; as outras duas são tracejadas porque terminam em rascunho. As três esbarram numa barreira vertical chamada quem atendeu assina, e só depois dela começa a quarta trilha, contínua, que arquiva com trilha e entrega o que é entregável. a chamada encerrou ninguém apertou nada Registro transcreve · arquiva · move o funil sem modelo nenhum Anamnese vínculo · transcrição · escriba Prescrição vínculo · transcrição · escriba os dois nascem rascunho quem atendeu assina — e só o da própria consulta a barreira que nenhum fluxo atravessa sozinho Documento liberado arquiva com trilha · entrega o entregável prontuário arquivado

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a chamada encerrou

Registro da consulta

O texto bruto, arquivado no acervo. É a base dos outros dois.

sem inteligência artificial nenhuma
  1. transcriçãobusca a transcrição da chamada, com o papel de cada fala
  2. arquivargrava no acervo com hora, duração, quem atendeu e a referência da gravação
  3. funilmove o paciente para Atendido — é o que responde “quantos apareceram este mês?”
a chamada encerrou

Anamnese

O que o paciente relatou, na ordem de um texto clínico.

  1. vínculodescobre de qual clínica é a consulta — o registro não atravessa a porta
  2. transcriçãoa mesma base, sem reprocessar
  3. escribaredige só o que foi dito; o que não foi vira “não referido”, não suposição
  4. rascunhosalva aguardando liberação, e entra na fila de quem atendeu
a chamada encerrou

Prescrição

O que o profissional indicou. Mesma disciplina, documento diferente — por isso são dois fluxos.

  1. vínculomesma resolução de clínica
  2. transcriçãomesma base
  3. escribanunca corrige uma dose: escreve o que se ouviu e marca (conferir) se ficou ambíguo
  4. rascunhotambém espera assinatura
alguém liberou o documento

Documento liberado

Este não dispara ao desligar: dispara quando uma pessoa assina.

  1. arquivarguarda com a trilha: quem escreveu, quem revisou, quantos trechos mudaram
  2. entregarenvia ao paciente só o que é entregável — a prescrição vai; a anamnese é registro interno

O erro mais caro deste trabalho é atribuir ao profissional algo que o paciente disse. Por isso a transcrição vem com o papel de cada fala, e o escriba separa os dois antes de escrever qualquer linha.

As três naturezas de sugestão

Ele aponta o que faltou. Nunca o que fazer.

Três, e nenhuma é conduta. A diferença não é de tom, é de categoria: ele não tem como emitir uma sugestão de tratamento.

Pergunta sugerida

O que a ficha trouxe e a conversa não tocou, ou o dado que costuma faltar naquela área: tempo de evolução, o que já tentou, alergia, o que está em uso.

PERGUNTA SUGERIDA“A ficha menciona uso contínuo de anti-hipertensivo, e isso ainda não apareceu na conversa.”
Sinal relatado e não endereçado

Algo que a pessoa contou e a conversa deixou passar. Ele não avalia gravidade nem diz o que significa — diz que ficou para trás.

SINAL RELATADO“Ele citou formigamento na perna no início e a conversa seguiu sem voltar ao ponto.”
Combinado sem próximo passo

Exame, retorno ou encaminhamento que foi citado e ficou no ar. É o que mais some entre uma consulta e a seguinte.

FICOU SEM PRÓXIMO PASSO“Vocês falaram em exame de imagem, mas não ficou combinado quando nem onde.”
O que sobra da consulta

Mesma consulta, medida dos dois jeitos.

O que muda não é a consulta — é o que sobra dela. Do lado esquerdo, o caminho que quase toda clínica pequena percorre hoje.

Como é hoje

  1. A consulta acaba e a próxima entra
  2. No fim do dia, alguém senta para escrever
  3. Escreve de memória, de seis pacientes
  4. Procura no papel o que ficou combinado
  5. O que não lembrou, não entra
  6. O funil só é atualizado quando alguém lembra
no fim do dia · de memória · e o que faltar ninguém vai saber que faltou

Com o assistente

  1. Você desliga a chamada
  2. A transcrição já está pronta, separando quem falou
  3. Anamnese e prescrição nascem em rascunho
  4. Os três esperam na sua fila, visíveis
  5. Você lê, ajusta o que precisar e libera
  6. Vira prontuário, arquivado com a trilha
enquanto a próxima consulta começa · a partir do que foi dito · e a fila mostra o que ainda espera
Onde aparece o tempo

Quatro lugares, e nenhum deles é “digitar menos”.

Economia de digitação é o argumento que todo mundo usa, e é o menor de todos. O que muda a semana de uma clínica está em outro lugar.

O registro deixa de depender de memória

O que se escreve de memória, de seis pacientes, não é o que foi dito — é o que sobrou. E é o registro que protege o profissional depois.

A fila para de ser invisível

Documento parado sem ninguém saber é o pior tipo de pendência. Aqui ele aparece, e de quem é.

O funil anda sem ninguém arrastar nada

Agendado, ficha respondida, atendido, faltou — sem ninguém anotar nada.

A trilha existe antes de você precisar dela

Ninguém monta trilha depois do problema. Ela vale porque foi gravada quando nada acontecia.

E o que não é entregável

O paciente recebe a receita. Não recebe o prontuário.

A anamnese é registro interno da clínica: ela existe para o cuidado e para a defesa do profissional, não para circular. A prescrição, sim, é documento do paciente — e é o único que sai automaticamente quando alguém libera.

Ver a trilha da consulta, hora por hora

Médico mostrando o resultado de um exame a um paciente em um tablet, no consultório
A mesma sala serve a consulta por vídeo e a presencial gravada — o que muda é quem está do outro lado.
O que ele não faz

Silêncio é a resposta certa quando a consulta está fluindo.

Um aviso desnecessário no meio de uma consulta custa duas coisas: a atenção do profissional e a confiança dele na ferramenta. Da segunda vez que atrapalha, ninguém mais lê.

Nunca sugere hipótese, medicação ou dose

Nem se o profissional perguntar diretamente. Conduta é do médico, e a resolução do CFM não deixa isso ser delegado.

Nunca fala com o paciente

As sugestões aparecem só para quem conduz a consulta. O paciente não vê nada disso.

Nunca repete o que a conversa já resolveu

Se o ponto foi coberto, ele cala. É a diferença entre um copiloto e um alarme.

O link da sala nunca é inventado.

Quando a consulta é por vídeo, a sala é criada no momento de confirmar e o endereço daquela consulta vai na mensagem. Nada de link antigo adaptado — um endereço plausível e inválido só é descoberto no horário, com o paciente esperando sozinho.

Canais e rotinas

Quatro portas de conversa. E o trabalho que não passa por porta nenhuma.

É o mesmo cérebro nas quatro — mesma triagem, mesma agenda, mesmo material da casa. Mas se a clínica olhar só para as conversas, ela vai ver menos da metade do que roda.

Acima do balcão, quatro portas. Abaixo, o que roda sem ninguém Na metade de cima, quatro portas de consultório com uma pessoa em cada uma, identificadas como WhatsApp, site ou totem, sala de vídeo e o balcão — é o que se vê. Uma linha horizontal contínua separa as duas metades. Na metade de baixo, maior, seis objetos ligados por uma linha tracejada: a ficha, a transcrição, os rascunhos, a fila, a pasta arquivada e o funil, todos identificados como o que acontece sem ninguém pedir. o que se vê WhatsApp Site ou totem Sala de vídeo A recepção o balcão daqui para cima, alguém chegou e o que roda com a clínica fechada ninguém pediu nada disso — foi a consulta acontecer a ficha, na véspera a transcrição os dois rascunhos a fila de liberação o arquivo com trilha o funil andando e nenhum desses seis é uma conversa

Arraste o desenho para o lado para ver tudo.

As portas

Onde o paciente encontra a clínica.

O que muda entre elas é só o lugar. A triagem por especialidade, a agenda real e os limites do que o assistente pode dizer são exatamente os mesmos — porque é literalmente o mesmo agente atrás das quatro.

Quatro portas de conversa, um só agente atrás delas À esquerda, quatro objetos: um celular, uma janela de navegador, uma câmera de vídeo e um balcão de recepção. De cada um sai um traço à tinta, e os quatro convergem numa folha ao centro identificada como o mesmo agente. Dela sai um único traço até a pasta do cadastro da clínica, à direita. WhatsApp Site ou totem Sala de vídeo O balcão o mesmo agente mesma triagem · mesma agenda · mesmos limites O cadastro da clínica um paciente, um histórico — venha ele por qual porta vier o que muda entre as quatro é o LUGAR

Arraste o desenho para o lado para ver tudo.

WhatsApp da clínica

Onde a conversa já acontece. É a porta que mais chega, e a que mais chega fora do horário.

mesmo cérebro
Site da clínica, ou um totem na recepção

A mesma conversa por dentro de uma página. Serve para quem prefere não ligar, e para quem já está no balcão esperando.

mesmo cérebro
Sala de vídeo

A teleconsulta, com a sala criada na hora e o contexto do paciente entrando junto com você.

com copiloto
O quadro da equipe

Onde quem atende vê a agenda, os pacientes e a fila de documentos esperando liberação.

só para a equipe

Um paciente pode começar no WhatsApp, ser atendido na sala de vídeo e voltar pelo site: é o mesmo cadastro, e ele não repete a história.

E o que roda sem porta nenhuma

Ninguém pediu nada disso. Aconteceu porque a consulta aconteceu.

Esta é a parte que não se vê e que ninguém compra numa demonstração — e é onde está a maior parte do tempo que a clínica recupera. Nenhuma destas linhas foi disparada por alguém clicando em algo.

A ficha de pré-atendimento é oferecida

Algumas horas antes da consulta, calculadas a partir do horário marcado. Quem responde chega com o motivo já contado.

disparado pelo agendamento, não por uma pessoa
A transcrição é feita, separando quem falou

Sem inteligência artificial nenhuma no registro bruto: é o texto do que foi dito, com o papel de cada fala.

disparado pelo fim da chamada
A anamnese e a prescrição nascem em rascunho

Escritas a partir do que foi dito — o relato de um lado, a conduta do outro, sem misturar os dois.

dois fluxos separados, cada um uma chave
A fila fica visível para quem precisa assinar

Com quantos documentos esperam e há quanto tempo. Fila que ninguém vê vira cemitério, e prontuário atrasado é o pior lugar para acumular pendência.

cada profissional vê a própria
O documento é arquivado com a trilha

Quem escreveu, quem revisou, quantos trechos mudaram e quem liberou. E só o que é entregável chega ao paciente.

disparado pela assinatura
O funil anda sozinho

Contato, consulta agendada, ficha respondida, atendido, faltou. Ninguém precisa arrastar cartão nenhum para a clínica saber quantos marcaram e quantos apareceram.

e é isso que responde “quantos faltaram este mês?”
Por que isso importa na conta

O chat é a parte visível. Não é a parte grande.

Uma clínica que só ligasse o atendimento no WhatsApp já economizaria as horas da recepção. Mas quem para aí continua escrevendo prontuário de memória no fim do dia, continua descobrindo no mês seguinte quantos faltaram, e continua com documento parado sem ninguém saber.

A pergunta que separa as duas coisas não é “quantas mensagens ele responde?”. É o que acontece depois que a conversa termina.

Ver o ciclo do documento, do fim da consulta ao arquivo

Corredor claro de uma clínica, com várias portas de consultório
Entre uma consulta e a seguinte, a clínica continua trabalhando — e é aí que ela costuma perder.

Comece por uma porta. Ligue as rotinas quando fizer sentido.

Cada peça é uma chave, e o que você não ligar não existe na sua conta.

Médicos e recepção

Um médico atende em três clínicas. Um login.

Nem “clínica tem médicos” nem “médico tem clínicas” descreve isso sem duplicar alguém. São duas coisas separadas e um vínculo entre elas — e é o vínculo que carrega a agenda.

A guarda do prontuário é do estabelecimento, não do profissional: é a clínica que responde por ele, e é o número dela que o paciente conhece. O profissional autônomo não é exceção — ele é uma clínica de um, com a mesma estrutura e sem as etapas que só fazem sentido com equipe.

O que muda de lugar para lugar é o vínculo: a mesma pessoa tem horários diferentes em cada endereço onde atende, e quem responde “quando ela atende aqui?” é o par pessoa-clínica, nunca um dos dois sozinho.

Duas entidades e um vínculo

Nem a clínica contém o médico, nem o médico contém a clínica.

Qualquer um dos dois desenhos obriga a duplicar alguém: ou a mesma pessoa vira três cadastros, ou a mesma clínica aparece em três lugares. O que resolve é reconhecer que a agenda não pertence a nenhum dos dois — pertence ao encontro entre eles.

Uma profissional, três consultórios, um login À esquerda, a figura de uma profissional com a legenda um login, sempre. Dela partem três fios até três portas de consultório, cada uma com a placa da clínica e os dias em que ela atende ali. Dentro de cada porta há uma pasta de prontuário, e entre as portas um sinal indica que o registro de uma não chega à outra. a mesma pessoa um login, sempre Clínica A seg e qua, manhã prontuário desta unidade Clínica B ter, à tarde Consultório sexta, dia inteiro uma clínica de um o registro não atravessa atender na A não abre o prontuário da B — nem para ela mesma a agenda mora no vínculo não na pessoa, nem na clínica: é o par dos dois que responde “quando ela atende aqui?”

Arraste o desenho para o lado para ver tudo.

Quem quase nunca é considerado

A secretária é um papel, não um acesso menor.

Ela é quem usa o sistema o dia inteiro, e é ela que abandona a ferramenta se a ferramenta a tratar como visitante. Por isso ela tem o que precisa para atender bem no balcão: a agenda, os pacientes, o que está marcado e o que mudou.

O que não é dela é o conteúdo clínico e a liberação de documento — não por hierarquia, mas porque quem responde pelo ato é quem atendeu.

Profissional de saúde revisando documentos na própria mesa, com estetoscópio ao lado
O que é dela é a agenda e o balcão. O conteúdo clínico e a assinatura ficam com quem atendeu.

Sua equipe entra por convite, com o papel de cada um.

Sigilo, LGPD e CFM

A responsabilidade não delega.

Desde 27 de fevereiro de 2026, uma resolução do Conselho Federal de Medicina diz o que a inteligência artificial não pode fazer na medicina. Ela não é um detalhe para o rodapé: é o desenho deste produto, item por item — e é por isso que esta é a página mais concreta do site.

CFM 2.454 2026 EM VIGOR
O que a resolução exige × o que o produto faz

Cada exigência tem um lugar no sistema, não uma promessa no contrato.

A resolução

É proibido delegar à inteligência artificial a comunicação de diagnóstico, prognóstico ou decisão terapêutica.

No produto

O assistente não dá diagnóstico nem como hipótese, não indica medicamento — inclusive de venda livre — e não interpreta exame. A restrição está no que ele pode fazer, não num pedido de texto.

A resolução

A palavra final sobre decisões diagnósticas, terapêuticas e prognósticas é sempre do médico, e usar a ferramenta não o exime de responsabilidade.

No produto

Todo documento nasce rascunho e espera liberação. E só quem conduziu a consulta libera o documento dela: outro profissional da mesma clínica é recusado pelo sistema.

A resolução

O prontuário deve registrar a ferramenta utilizada, a finalidade do uso e a revisão humana da sugestão — para permitir reconstituir depois quem decidiu o quê.

No produto

A trilha grava cada passo com hora: o que o assistente escreveu, que ficou aguardando, que foi revisado, quantos trechos mudaram e quem liberou. É essa trilha que sustenta o “uso diligente” do qual depende a proteção do profissional.

A resolução

O paciente tem o direito de ser informado, de forma clara e acessível, sempre que houver uso de inteligência artificial.

No produto

A conversa não finge ser uma pessoa, e o registro de que o atendimento passou pelo assistente fica na trilha da consulta.

LGPD, artigo 11

Dado de saúde é dado sensível, e o mínimo é a regra.

O assistente pede só o necessário para orientar e agendar. Nunca CPF, RG, cartão, senha, número completo de convênio ou documento por foto. Não é conservadorismo: é o que a lei classifica como sensível, e o que sobra guardado é o que pode vazar.

Os dados ficam em infraestrutura própria, no Brasil, com o conteúdo de cada clínica isolado do das outras — e o material que a clínica carrega é consultado na hora da resposta, sem alimentar treinamento de modelo.

Médico conversando com uma mãe e um filho no consultório, com uma prancheta sobre a mesa
O que se pede é o mínimo para orientar e agendar. O resto se conversa aqui.
Como o paciente sai da conversa

Acolhido, encaminhado e sem uma única afirmação clínica.

A recusa nunca é um “não posso ajudar”. O assistente registra o relato, encaminha para quem pode responder e conduz para a consulta — que é onde a pergunta vai ser respondida de verdade.

Nunca inventa dado que não confirmou

Horário não consultado, convênio que não está na lista, nome de profissional que não atende ali. Se não tem, ele diz que vai confirmar.

Nunca afirma cobertura ou carência de convênio

Isso é com a operadora. Ele diz o que a clínica aceita e oferece a alternativa.

Nunca expõe detalhe técnico ao paciente

Sem código de erro, sem nome de sistema, sem aviso de falha. Se algo não funciona, ele conduz por outro caminho e registra para a equipe.

Nunca cita software de terceiro

Chutar o sistema que a clínica usa sinaliza suposição, e errar sinaliza desatenção.

A conformidade é o desenho, não a papelada.

Se a linha entre o que a máquina faz e o que a pessoa assina estiver no lugar certo, o resto é consequência.

Criar a conta

Três passos, e o primeiro leva um minuto.

Você cria a conta, conecta a agenda e convida a equipe. O código da clínica sai no fim — é ele que liga o WhatsApp ao seu cadastro.

Ao criar a conta você concorda que a conversa com o assistente fica registrada no cadastro da clínica.

passo 2

Conecte a agenda

É o que faz o assistente oferecer horários que existem, em vez de prometer retorno.

passo 3

Convide a equipe

Cada pessoa entra com o próprio login e o próprio papel, em quantas clínicas atender.

Recepcionista e paciente conversando sobre a agenda no balcão da clínica
O código da clínica é o que liga este balcão ao número do WhatsApp.